Espere menos, viva mais.

Expectativas.
Talvez elas sejam uma das inegáveis condições do ser humano. Nós enxergamos o futuro. Obviamente, não o prevemos. Mas sabemos da sua existência (ou pelo menos da sua possibilidade de existir). Assim, antecipamos a ansiedade pelas incertezas e angústias. Nos preocupamos e sofremos hoje com os possíveis desdobramentos da árvore do acaso. Da beleza da vida.
As expectativas então são impossíveis de não existirem. Elas definem o homem.
Mas somente impossíveis de não existir. Isso não significa que não possamos controlá-las. Isso não significa que não possamos diminui-las e até respeitá-las. Trazem alguma bondade. Trazem a beleza dos sonhos e planos construídos. Sem eles, seríamos inertes. Estaríamos condenados a total ausência de liberdade. De vida.
É como o medo. Aliás, as expectativas são consequências e reflexos dos nossos medos. O segredo é saber escutá-los, mas sem nunca nos tornarmos reféns.
É a arte de dominar as expectativas, ao invés de permitir que elas nos dominem.
É a arte de esperar menos. Bem menos.

E assim viver mais.

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